Meu amado irmão nordestino,
Não morra por inação,
Refém de projetos tiranos,
Implementados por ladrões.
Já saquearam o país,
Dizendo o governar,
Agora dividem as bolsas,
Para sua voz se calar.
Sim, querem o seu silêncio,
E sabem como conseguir,
Com um pouco de dinheiro,
E uma boa história para te iludir.
Dizem defender os pobres,
As mulheres e as minorias,
Mas, usam todos como objetos,
Para consolidar a tirania.
Fazem tudo a conta gota,
Quase imperceptível,
Com o apoio da imprensa,
Que lucra com tudo isso.
Meu irmão, talvez ainda não veja,
Mas, estais a financiar,
Uma organização perigosa,
Que insiste em nos governar.
Quem sabe com este alerta,
Você consiga enxergar,
O que a mídia não diz,
Mas existe, está lá!
Sabe o foro de São Paulo,
Um projeto de poder,
Que mina a democracia,
Enquanto dizem defender!
Assim já aconteceu,
Em vários países da América Latina,
Preanunciando a sina,
Das terras tupiniquins.
Meu estimado irmão,
Não se faça de moco,
Aguce o ouvido, apure a vista,
Estou a falar, escute um pouco.
Hoje foram aqueles,
Punidos por expressar,
As lacunas existentes,
Indignas desse lugar.
Este é o preço,
Por defender a liberdade,
Dentro de um sistema corrompido,
Que deseja ver, você, calado!